Blog do Luís Perez

Tributo a Amy Winehouse abre Casa Jaguar F-Pace
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Luís Perez

Será inaugurada nesta quinta(20), na avenida Europa, 394, em São Paulo, a Casa Jaguar F-Pace. Tradicional na estratégia da Jaguar Land Rover, a casa será um espaço exclusivo para relacionamento com o consumidor final. Ela ficará aberta de 20 a 23 e de 26 a 30 de outubro.

“É uma ação de relacionamento de forte impacto no nosso negócio. Para nós, da Jaguar, trazer a experiência deste ícone da esportividade e luxo do automobilismo, é fundamental”, comenta diretor de marketing e produto da Jaguar Land Rover para a América Latina, Gabriel Patini.

Site da Casa Jaguar F-Pace, que traz tudo sobre o espaço

Site da Casa Jaguar F-Pace, que traz tudo sobre o espaço

Serão quatro andares que abrigarão uma agenda intensa com música, artes plásticas, fotografia, moda, gastronomia, saúde e bem-estar. Os espaços vão do subsolo ao “rooftop”, passando pelos lounges, que contam com a assinatura da arquiteta de design de interiores Camila Klein. Todos os veículos da marca serão apresentado no local – não só o F-Pace.

Para a abertura, haverá um tributo a Amy Winehouse interpretada por Bruna Góes. ​Conceitos e agenda podem ser conferidos no site www.casajaguarfpace.com.br.


Mercado inundado de SUVs compactos? Você não viu nada…
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Luís Perez

DIRETO DO HOSPITAL (cuidando da cabeça…) – Pensava que o mercado havia sido inundado de SUVs compactos? Ah, você não viu nada…

Muito provavelmente este blogueiro não estará presente no Salão de São Paulo, que abre ao público de 10 a 20 de novembro.

Internei-me voluntariamente em uma das melhores instituições psiquiátricas do país para cuidar da saúde – basicamente depressão acompanhada de efeitos colaterais nefastos por uso de remédios que, na psiquiatria, acontece na base da tentativa e erro (o que, em ambiente controlado, é possível contornar sem fazer lambanças por aí). O tratamento pode durar um, dois, três meses…

É uma pena, pois gostaria de conhecer de perto o Honda WR-V, o Hyundai Creta e o novo Chevrolet Tracker. Obviamente leitores do Carpress terão todas as informações que estiverem rolando no São Paulo Expo, novo local em que acontece o evento, às margens da rodovia dos Imigrantes.

Honda WR-V: base do Fit

Honda WR-V: base do Fit

Hyundai Creta: promete sucesso como o do HB20

Hyundai Creta: promete sucesso como o do HB20

Chevrolet Tracker: lindão como o Cruze, com correção de rota

Chevrolet Tracker: lindão como o Cruze, com correção de rota

O modelo da Honda é baseado no Fit e conviverá com HR-V e CR-V. O da Hyundai será feito em Piracicaba (SP) e promete ser campeão de audiência como a família HB20. Já o da Chevrolet corrige a rota da GM, que em 2013 pareceu não apostar tão alto nesse segmento.

Mas um dia conhecerei os três, ao vivo e em cores.

O ritmo alucinante do mercado promete.

Daqui pra frente, tudo vai ser diferente…


Alguém me explica?
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Luís Perez

Juro que queria entender por que alguém, quando vai vender um carro, por mais ''pé de boi'' que seja, sem ar-condicionado, sem direção hidráulica, sem rodas de liga leve, sem rádio etc., escreve ''Completo''?


Maiores do mundo em seus segmentos guardam contrassensos
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Luís Perez

A maior empresa “de táxi” do mundo (Uber) não tem nenhum veículo. A maior empresa de infraestrutura (Skype) não investe em infraestrutura. O varejista mais valioso (Alibaba) não possui inventário. A empresa de mídia mais popular (Facebook) não cria conteúdo. A maior empresa de exibição de filmes (Netflix) não tem cinema. O maior vendedor de aplicações (Apple) não escreve códigos. A maior empresa de publicidade (Google) não cria conteúdos.

Foi com esses motes, mostrando como o mundo tem mudado rapidamente, que Maurício Greco, gerente-geral de Marketing da Ford, apresentou a terceira geração do sistema Sync no Brasil. Greco usou o mote maior de Steve Jobs, fundador da Apple, para fundamentar o oferecimento de tecnologias de que o consumidor em pesquisas nem sabe do que se trata. “Se questionado sobre o que ele quer, provavelmente ele vai apontar tecnologias de dez anos atrás”, diz.

A apresentação do Sync 3, da Ford, em São Paulo

A apresentação do Sync 3, da Ford, em São Paulo

De fato. Para Jobs, se há pouco mais de cem anos (quando foi criado o automóvel), se questionado sobre do que precisava, o consumidor possivelmente iria pedir “um cavalo mais veloz”. “As pessoas não sabem o que querem até que mostremos a elas”, disse o visionário criador do iPod, do iPhone e do iPad.


“O jornalista não levou a sério”, diz leitor; respondo
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Luís Perez

Na semana seguinte à da publicação da reportagem na revista “São Paulo”, da Folha (24/7), foi publicada a mensagem do leitor Tico Chagas, para quem minha empreitada dirigindo como motorista parceiro da Uber não foi “levada a sério”, pois ninguém faz apenas uma viagem por dia.

Bem, respondo. Logicamente o leitor é induzido a dividir o valor total faturado (arredondando, R$ 1.200) pelo período (três meses), a contar pela aprovação do jornalista como motorista parceiro até a produção do texto. Essa conta de fato leva a uma visão distorcida. “O quê? R$ 400 por mês?”, perguntam alguns. Sim, mas não é essa a conta que deve ser feita.

Correto é dividir o valor faturado pelo número de viagens (pouco mais de R$ 12 por viagem) – e é isso mesmo. O X paga em média R$ 12 a R$ 13, enquanto o Black rende R$ 20 a R$ 21. Dirigi 90% a 95% o X, que é mais demandado. Quanto à média baixa, é simples explicar: eu dirigia nas horas vagas.

Às vezes passava uma semana inteira sem dirigir, uma vez que, na “vida real”, sou jornalista automotivo, o que envolve diversos eventos e viagens. Dirigia quando tinha tempo. No sábado, dia 18 de junho, por exemplo, segui a jornada muito comum a motoristas que fazem da Uber seu ganha-pão: realizei dez viagens e faturei R$ 154,43, ganho até acima da média. Mas ouvi dizer tem muita gente largando o trabalho às 18h e dirigindo “até inteirar R$ 100”.

Aplicativo de motorista parceiro da Uber on-line

Aplicativo de motorista parceiro da Uber on-line

Ou para “fazer um troquinho”, caso do engenheiro de uma grande incorporadora com quem conversei. Ele planejava para dali a um ano uma viagem aos Estados Unidos, sem que tivesse de colocar a mão no salário que leva para casa como profissional contratado. Em um ano, planejava ganhar quase R$ 5.000, o suficiente para bancar passagem e hospedagem. Ora, foi praticamente o que eu faturei (R$ 400 por mês, R$ 4.800 em um ano…).

Então o leitor pergunta: “Afinal, então, ‘uberar’ vela a pena?”. Respondo: depende. Se com a crise você perdeu seu emprego e não tem de onde tirar para pagar sua contas, vale sim. Mas, se você pensa em largar um emprego em que ganha no mínimo R$ 5.000, é melhor fazer as contas. No X é tranquilo faturar entre R$ 3.000 e R$ 5.000 mensais trabalhando de 12 a 14 horas por dia. No Black essa conta pode atingir entre R$ 7.000 e R$ 10 mil por mês. Entram então em ação as famosas aulas do professor de finanças Samy Dana: será que a conta fecha? Para rodar na Uber, o carro tem de ser econômico e ter um custo de manutenção baixo.

Veículos premium (os aceitos na categoria Black) têm custos fixos de manutenção elevada e invariavelmente motores mais potentes (e que consomem mais combustível). É preciso calcular tudinho. Não adianta comprar um carro mais velho para rodar na X se ele é beberrão – caso de um motorista revoltado que peguei certa vez. Ele vociferava: “Vou sair logo disso, é uma roubada”. Ele dirigia um carro mais antigo, que no preço de aquisição parecia tentador, mas que fazia 5 km/l ou menos na cidade.

Isso tudo enquanto os motoristas não ficarem obsoletos em razão dos carros completamente autônomos, como a empreitada levada a cabo entre a Volvo e a Uber (leia aqui).


Carlos Ghosn cunha a expressão “Renault, Renault, Renault”
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Luís Perez

Afora o status de popstar do CEO do grupo Renault, Carlos Ghosn, chama a atenção seu gestual, a forma como se expressa com movimentos absolutamente calculados de forma a conceder aos jornalistas presentes a aspa exata, a declaração perfeita. Ao ser questionado sobre se a Renault deixaria de oferecer veículos que na Europa são da romena Dacia, ele mostrou os três SUVs que serão lançados no Brasil no próximo ano e sentenciou: “Veja: Renault, Renault, Renault”.

Ghosn: "Renault, Renault, Renault"

Ghosn: ''Renault, Renault, Renault''

Sim, a empresa francesa segue reiterando a crença no mercado brasileiro. Em visita anterior ao complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), quando anunciou a chegada da versão Stepway do Sandero, Ghosn cunhou a expressão “não há razão para não”, em situações como “não há razão para o mercado não crescer tanto”, “não há razão para não acreditar no país”.

O outro bodão ficou martelando a cabeça desse blogueiro. Agora as expectativas se renovam. De que marca é a renovada linha de SUVs que a empresa lançará no país? Simples: Renault, Renault ,Renault…


Virei uber sim, e daí!?
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Luís Perez

Quando dizia a algumas pessoas que pretendia como hobby dirigir para a Uber, elas torciam o nariz. “Você fez jornalismo, história, pós-graduação…” Típico de uma cultura limitada, algo muito comum por aqui, que enxerga trabalhos que teoricamente exigem menos discernimento intelectual como algo menor, quase desprezível, “coisa de serviçal”.

Nos anos 50 ter na parede um diploma de advogado, engenheiro ou médico era tido como “garantia de uma vida confortável”. A história mostra que isso estava errado – o que não pode de maneira nenhuma servir como desculpa para tirar a criança da escola “porque precisa ajudar em casa” ou desprezar (mais do que já o é) a produção de conhecimento. O Brasil é um dos países ditos “emergentes” dos que mais necessitam de pesquisa e desenvolvimento. E que estimula muito mais do que deveria a tal “escola da vida”.

Dadinho, iguaria chic que ofereço no meu Uber...

Dadinho, iguaria chic que ofereço no meu Uber…

Uma coisa é ser um intermediário, um atravessador, um burocrata e ganhar muito dinheiro porque vende facilidades para sua indústria de dificuldades. Ou exercer como atividade principal algo que em menos tempo do que se imagina será substituído por um robô, que não fica doente, não reclama e principalmente não move processos trabalhistas. Outra coisa é arejar a cabeça mergulhando em um universo fascinante que tem a ver com mobilidade, tecnologia e comportamento humano.

A quem critica o jornalista que pretende virar motorista nas horas vagas, faço a analogia: será que o físico nuclear que mantém uma marcenaria na garagem de casa e lá produz mesas, cadeiras e outros objetos receberia o mesmo tipo de desprezo?

De resto, a primeira das reportagens sobre minha experiência como motorista parceiro da Uber está aqui!


Doborah Secco é Ford, Fiat ou Chevrolet!?
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Luís Perez

A atriz Deborah Secco não é exatamente um exemplo de consumidora fiel.

Quando a Ford lançou o novo EcoSport, no iniciozinho de 2012, lá estava ela, posando com o presidente da empresa, Marcos Oliveira, e quem mais quisesse, dizendo que se tratava do melhor carro do mundo.

Deborah Secco no lançamento do EcoSport em 2012

Deborah Secco no lançamento do EcoSport em 2012

A atriz marca presença no lançamento do Fiat Mobi, neste ano

A atriz marca presença no lançamento do Fiat Mobi, neste ano

Agora promete um lançamento imperdível da Chevrolet!

Agora promete um lançamento imperdível da Chevrolet!

Neste ano, marcou presença no lançamento Fiat Mobi, em uma festa repleta de blogueiros influentes, youtubers e afins. Hoje, promete marcar presença em um novo lançamento da Chevrolet.

Volúvel essa mamãe de primeira viagem, não!?

Sei não, posso parecer antiquado, da época em que jogador beijava distintivo do time, mas dá uma impressão de “pagou, levou”….


Fabricantes de automóveis apostam em práticas esportivas
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Luís Perez

Neste domingo (29) o site Carpress publica duas notas dando conta de que Citroën e Nissan estão fazendo apostas de marketing em eventos esportivos. A Citroën coloca o Aircross como carro-madrinha do IronMan (leia aqui), enquanto o Nissan Kicks, que ainda nem foi lançado, desempenha a mesma função na Maratona do Rio (aqui).

Na semana que passou, a Volkswagen, também inspirada na prática de esportes, lançou a série especial Run do subcompacto up! (um dos melhores e mais modernos modelos de seu porte à venda no Brasil) e do compacto Fox (leia aqui). Pois é, são apostas em nichos específicos.

O up! Run, inspirado em corridas de rua

O up! Run, inspirado em corridas de rua

Como dizia aquele personagem, saúde é o que interessa!


BMW apresenta Série 7 e novo presidente no Brasil
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Luís Perez

Nesta quinta (19) a BMW apresenta pela primeira vez à imprensa brasileira seu presidente e CEO no Brasil, Helder Boavida. Durante o evento, a marca alemã apresentará ainda seu modelo top de linha, o Série 7, em apresentação estática.

Na segunda quinzena de abril, Boavida já aparecia em um comunicado à imprensa, em declaração a respeito  da decisão de exportar para os Estados Unidos veículos produzidos em Araquari (SC).

“Além de fortalecer a nossa posição no mercado, a iniciativa demonstra que a fábrica de Araquari atende a todos os requisitos de qualidade e eficiência exigidos pelo BMW Group, estando apta a fornecer veículos para outros mercados, entre eles, o norte-americano, reconhecidamente um dos mais exigentes do mundo'', disse à época.

BMW X1 fabricado em Araquari (SC): rumo aos Estados Unidos

BMW X1 fabricado em Araquari (SC): rumo aos Estados Unidos

Inicialmente serão exportadas 10 mil unidades do novo X1 a partir de julho. O carro é feito no Brasil desde o início do ano (leia aqui). Para isso, a empresa criará cerca de 300 novos postos de trabalho temporários (dedicados a esse projeto), que se somam aos cerca de 700 que já atuam na fábrica. A proposta de produzir e exportar o novo BMW X1 para os Estados Unidos surgiu por conta do aumento expressivo da demanda pelo modelo naquele país, complementando o que já é feito na fábrica do BMW Group em Regensburg, sul da Alemanha.